Muitas lendas e mitos envolvem a beleza natural e enigmá¡tica paixão que as pessoas matem pelo desconhecido. A Europa é responsável por grande parte desde acervo incontaáel de escritos e historias solitárias por sua particularidade ingenua e romanticamente conservadora.
Os mitos europeus tem como pano de fundo verdades escondidas em cada tijolo de sua contrução original, marcada pelo fervor das batalhas e paixões da época feudal, até os dias de hoje com a conquista do espaço e dados cibernéticos. Variando de país a país, época em época.
Dos romances mais fantásticos criados por lendas populares o gênero gótico é talvez um dos mais vastos e incógnitos do mundo. Lordes das sombras, damas desaparecidas, mortes sem explicações. Criaram assim formas de compor, cantar, tocar e construir. A arte gótica encanta, fascina e inspira gerações em busca de paixão e aventura.
Cada país se expressa na arte de forma diferente e o gênero gótico não é diferente dos outros. Sejam lugares, personalidades que foram criadas ou surgiram em épocas passadas em prol de problemas e dificuldades enfrentadas. Os exemplos clássicos dos mosqueteiros franceses e passagens subterrâneas na Itália.
Mas nada criado ou fantasiado por ser tão verdadeiro quanto a realidade, dentro das pequenas verdades mascaradas e contidas nas historias, uma delas se destaca, correndo o mundo em distintas traduções que fogem da realidade triste e melancólica que a envolve.
Durante seculos se pensou que historias sombrias nascidas no berçço da noite, amparadas pelo seio prateado e reluzente da lua, fossem terror criado para afastar crianças agitadas do perigo eminente e desconhecido. Pobres anciões cheios de medo e duvida.
Mas a realidade é um pouco mais profunda e humana que as lendas poderiam dizer. E é em busca dessa verdade que me vou hoje de minha adorável França em direção a enigmática e escurecida Ucrânia, berço das maiores lendas góticas conhecidas até os dias atuais. Lar do poderosos e enegrecido Drácula.
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